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Jogos absurdamente bizarros para se divertir de forma duvidosa

O mundo dos videogames é capaz de abrigar títulos com as temáticas mais diversificadas e jogos como Free Fire, League of Legends, VALORANT, entre alguns outros sucessos do momento, contam com vários recursos que atraem um público estrondoso. Do outro lado da moeda, há aqueles jogos que apresentam uma mitologia própria, repleta de elementos inusitados, e que sinceramente não sabemos dizer se são bons ou ruins – talvez a melhor palavra para descrevê-los seria “peculiar”. 

Com propostas extremamente inusitadas, separamos alguns dos jogos mais peculiares que existem e que impressionam bastante, seja por sua jogabilidade ou missões. O único requisito é que haja alguma bizarrice neles. 

1 – I am Bread

Nesse game assumimos o controle de uma fatia de pão de forma. E mesmo com os controles um tanto complicados, o objetivo do jogo é simples: sair do ponto A para o ponto B. Ou seja, você precisa sair de cima de uma mesa para encontrar uma torradeira que assará a fatia de pão. I am Bread traz uma proposta bem diferente, e na época do seu lançamento (2015), fez bastante sucesso, principalmente entre os YouTubers.

2 – Goat Simulator

Lançado em 2014, esse é mais um título que agradou os criadores de conteúdo, que logo trataram de popularizá-lo. A proposta é que o jogador assuma o papel de uma cabra, e basicamente o usuário poderá chifrar, correr, lamber, e interagir com diversos objetos do cenário. 

Com um enredo bem humorado, o objetivo de Goat Simulator não é nada complicado: você deve tocar o terror na cidade. E a cada missão cumprida, o jogador recebe uma determinada quantidade de pontos que vai acumulando ao longo da jogatina. Mas caso tenha achado a premissa muito estranha e não queira incorporar uma cabra, há sempre a alternativa dos jogos clássicos em plataformas com bônus de cassino, que disponibilizam uma ampla variedade de títulos em um só lugar. 

3 – Surgeon Simulator

Esse game chegou ao mercado em 2013, e atualmente é multiplataformas. Nesse simulador criado pela Bossa Studios, a mesma desenvolvedora de I am Bread, o jogador precisará ter um estômago forte. Isso porque a proposta do título é te colocar numa sala de cirurgias, realizando várias operações para salvar a vida dos seus pacientes. Caso o paciente morra por conta de uma hemorragia, é game over. 

Dessa forma, o cirurgião (você) terá que aplicar anestesias, serrar ossos, pegar órgãos com as mãos e cortar tecidos. E mesmo com um certo apelo cômico e os gráficos não tão realistas, esse não é um título para pessoas sensíveis. 

4 – Tokyo Jungle

Todos os títulos citados até o momento foram desenvolvidos por produtoras indies, mas o Tokyo Jungle é diferente de qualquer um nesta lista, já que ele foi criado pela Sony e lançado ainda em 2012. O título tem um forte apelo ao multiplayer, onde o usuário deve escolher um animal e posteriormente fazer de tudo para sobreviver em um cenário pós-apocalíptico. Já no modo história, o player deve sobreviver e desenvolver suas habilidades para subir de nível na cadeia alimentar, caçando bichos menores enquanto evitar ser comido pelos predadores. Dessa forma, o jogador pode selecionar uma diversidade de animais, desde cachorrinhos a leões.

5 – Mister Mosquito

Lançado para PlayStation 2 em 2001, Mister Mosquito é um título que fez bastante sucesso no Japão antes de ser começar a ser distribuído para o resto do mundo. E fazendo jus ao seu nome, o jogador terá que controlar um mosquito, que tem como principal objetivo sugar o sangue dos membros da família Yamada, donos da casa onde vive. 

As missões do game vão sendo cumpridas conforme o pequeno mosquito consegue sugar e acumular sangue suficiente para sobreviver a um inverno rigoroso. E para chegar ao seu objetivo, o jogador precisará distrair os humanos, criando vários embustes como voar em direção aos interruptores para que eles apaguem as luzes.

6 – Who’s Your Daddy

Esse título foi desenvolvido e lançado em 2015 por Joe Williams, um programador norte-americano. O jogo é um multiplayer competitivo, onde ocorre um embate traseiro entre um um bebê sapeca e um pai distraído.  No enredo, o player que escolher o adulto deve evitar que a criança acabe sofrendo algum acidente doméstico, enquanto o jogador que controla o bebê vence a partida se conseguir encontrar algum jeito de se desvencilhar do pai e se acidentar de alguma maneira.

A curiosa e peculiar experiência chamada EFEITO MANDELA

(sim, isso é um post de texto, eu faço isso as vezes)

Queria contar uma experiência muito peculiar que eu estou tendo com o famoso MANDELA EFFECT.

Mas o que é isso?

O efeito Mandela é quando você tem uma lembrança vívida da infância, com detalhes de algum acontecimento que nunca ocorreu. Você lembra perfeitamente de algo ter acontecido, outras pessoas também lembram, mas aí você vai conferir e percebe que nada daquilo era verdade.

Se chama efeito MANDELA desde que centenas de pessoas começaram a afirmar que lembram perfeitamente de ver na TV em 1980 que Nelson Mandela havia morrido. As pessoas lembram claramente da notícia de seu falecimento, funeral, e até entrevista da viúva. Como sabemos, Nelson Mandela só morreu em 2013.

Um exemplo desse efeito nos brasileiros é o famoso caso do plantão da Globo que interrompeu um episódio de Dragon Ball Z em 11 de setembro de 2001. Tem gente que diz que lembra claramente de detalhes do episódio, em que Goku finalmente viraria Super Saiyajin 3, e simplesmente cortaram o episódio pra noticiar o atentado às torres gêmeas.

Isso nunca aconteceu. DBZ passava as 11:30 da manhã na época, e o plantão naquele dia começou as 9 da manhã. Nenhum desenho passou naquele dia. Existem muitas provas de que essa é apenas uma memória falsa que os brasileiros têm.

Mas o que causa isso? Realidades paralelas? É possível…

Porém o mais certo é que a cabeça das crianças mistura acontecimentos e acaba criando memórias falsas, em que situações separadas se misturam.

Vou contar a minha experiência: aconteceu entre 1993 e 1995, eu tinha entre 6 e 8 anos e meu programa favorito na TV era o Bom Dia e Cia, que na época era apresentado pela Eliana. Na época ela tava começando na TV, era tudo muito novo. Era um programa infantil normal, passava o desenho e depois ia pro estúdio, onde ela fazia brincadeiras com o boneco MELOCOTON (um clássico).

Eu não lembro exatamente se o programa exibia mini reportagens, onde a Eliana ia pra rua falar sobre alguma coisa, mas eu lembro de um dia, de uma reportagem que ela fez nesse programa infantil, e que nunca mais saiu da minha cabeça.

É bem claro pra mim que a Eliana, que cantava OS DEDINHOS na época, fez uma reportagem em CHERNOBYL. E nem tô falando da cidade, eu tô falando DA USINA.

Eu lembro de tudo, ela caminhando por uma área aberta da usina, como se fosse uma sacada, e uma equipe atrás dela, ninguém usando nenhum tipo de proteção. Ela andando pelas ruínas da usina, falando dos perigos da radiação, depois dizendo “a gente só pode ficar aqui por no máximo 10 minutos”. As imagens são nítidas na minha cabeça, ela passeando por escombros e coisas abandonadas.

Depois, Eliana encerra a reportagem falando das consequência dos acidentes nucleares, e volta pra ela no estúdio dizendo “que coisa horrível né gente, energia nuclear é muito perigosa”. Melocoton ao fundo, chocado.

POR QUE EXIBIRIAM ALGO ASSIM NUM PROGRAMA INFANTIL? É apenas isso que eu me pergunto.

Na época eu não sabia exatamente o que era Chernobyl, eu só fui associar uma coisa a outra anos depois. Pra mim era só ela andando num lugar que teve um acidente.

Eu lembrei disso recentemente, e saí pesquisando pra ver se encontrava o vídeo… e nada. Não encontrei nenhum registro que isso tenha realmente acontecido.

Enfim, o meu propósito ao escrever isso é tirar essa dúvida na minha cabeça: ISSO REALMENTE ACONTECEU?

Alguém mais lembra disso? Será que eu misturei o jornal da manhã com programa infantil na minha cabeça e criei essa cena mirabolante?

Eu não sei, realmente não sei.

Qualquer pista sobre esse possível episódio peculiar da minha infância é bem-vindo. Se quiser compartilhar uma história parecida, fique a vontade.

👊🏽⚽

Mais um dia ruim…

Hoje é um dia triste.

Acordamos com a notícia do incêndio no CT do Flamengo. Mais uma tragédia.

Em dias assim é difícil fazer meu trabalho: humor. Estar de bom humor em dias assim é uma tarefa complicada. Quando rolou a tragédia da Chape, eu lembro de simplesmente não conseguir ter alegria o suficiente pra fazer os posts. Não consegui.

Lembro que teve gente que achou que eu tava dando desculpa pra não postar, e até perguntaram porque eu não fiquei de luto em outras tragédias…

Galera, o ser humano não escolhe quando vai se comover. Assim como 98% dos nascidos meninos nesse país, eu cresci com o futebol, e tragédias no futebol são como se fossem na minha vida. Me abalam bastante…

Enfim…

Hoje sou mais maduro e evoluído, o suficiente pra saber que eu preciso fazer meu trabalho, que é aliviar o peso de um dia tão difícil.

Portanto, vamos fazer nossa parte. Hoje os posts são dedicados às vítimas do incêndio, que certamente já estão num lugar melhor agora. Por isso, curta os posts, alivie sua mente dessa treta toda, e no fim, lembre dessa gurizada, e mande um salve pra eles, pra que eles recebam essa energia boa, e possam ir em paz.

Aniversário Ah Negão! 10 ANOS!!!

Eu lembro como se fosse ontem…

Estava eu entediado em meu estágio pouco remunerado, no auge dos meus 21 anos, quando tive a peculiar ideia de criar um blog.

Eu lia alguns blogs na época e pensei… EU TAMBÉM CONSIGO FAZER ISSO.

E assim, no dia 20 de maio de 2008, em mais ou menos 11 minutos eu criei o “ahnegao.blogspot.com”, um site absurdamente simples, usando um estilo preto e todo quadrado, com apenas esse post, que eu postei primeiro pra dar contexto ao nome do site.

Na época eu apenas postava o que eu via de interessante na internet, sem me importar se tinha alguém lendo, eu só queria uma distração para momentos de tédio e um lugar para expressar todo meu autismo. Porém com o tempo algumas visitas foram surgindo lá e cá.

O primeiro ano do blog foi praticamente um arquivo da internet que eu fazia pra mim mesmo. Eu não tinha a menor intenção de chegar a lugar algum com aquele site sem graça de nome que lembra conteúdo adulto. Porém, as visitas vinham (sei lá de onde, eu aparecia na 19873ª página do Google), e eu resolvi dar uma incrementada no visual pra impressionar as gata. Logo eu, que não sei nem escrever “disainer”, estaria encarregado dessa missão.

Entre 2008 e 2009 foram diversas mudanças no estilo do blog. Já foi preto, branco, laranja, preto de novo. Infelizmente não tenho prints dessa época.

O print mais antigo que consegui foi esse. Um dos meus (terríveis) layouts:

Sim, azul.

Depois veio o preto que ficou até o fim de 2009:

MANO OLHA AS COISA QUE EU POSTAVA…

Meu último layout artesanal foi só uma mudança de cores em um layout já existente. Foi a primeira vez que tentei usar a cor roxa, e nunca mais mudei:

O dia que eu fui num show de MODÃO

Não costumo escrever muitos textos por aqui, mas me deu vontade de contar pra vocês a minha aventura (não, a minha vida não é muito agitada).

Fui convidado para ir num show daquelas mina que se chamam tudo algo que rima com MAIARA. Até dois dias atrás eu não conseguiria citar o nome de nenhuma delas corretamente. Porém, recebi o convite para ir no show delas em um camarote bonitão, de frente pro palco, com cadeira pra eu sentar quando eu ficasse cansado (17 minutos). Se eu aceitaria o convite se não fosse de camarote? Bem provável que não, eu sou um idoso praticamente.

Pois bem, fiz minha mochilinha, coloquei a gata no carro e dirigi 250km de Porto Alegre até Araranguá, em Santa Catarina onde aconteceria o show.

Na entrada passei por aquela corriqueira situação onde dentre um grupo de 10 pessoas, todas com a pulseira do camarote, eu fui escolhido ALEATORIAMENTE como o único a ser revistado pelo segurança. Mas, como o racismo não existe no Brasil e isto é apenas mimimi, segui em frente.

Logo que cheguei no camarote, me posicionei em um lugar em que eu pudesse me apoiar (eu não aguento 20 minutos de pé sem apoio) e ali fiquei esperando começar o show. Logo a minha frente estava a pista, e enquanto o show não começava eu me distraí assistindo um cara pagando várias bebidas pra uma mina e tentando beijar ela de todas as formas possíveis (SPOILER: ele não pegou a mina). Dei gostosas risadas com o fracasso alheio.

Começou o show da tal Marília Mendonça, da qual eu descobri a existência há duas semanas atrás. Legal, a mina canta bem, o pessoal curtiu, tudo massa. Até rolou um boato no GRUPO DA FAMÍLIA de que a gente tinha aparecido no Instagram dela…

Fiquei gato, né? Pois bem, acabou o show e eu pensei BELEZA, VAMO EMBORA QUE DÁ TEMPO DE VER O CORUJÃO, mas ainda tinha outro show: MARAIA MAIARISA.

Não, MAIARA E MAIARISA.

Peraí, vou pesquisar.

MAIARA E MARAISA. Mano quando aquelas mina apareceram no palco parece que uma parte do meu cérebro que estava até então desativada milagrosamente acordou: A PARTE QUE CURTE SERTANEJO. Cara, se somar as duas mina não dá 2 metros de altura, mas elas encheram aquele palco de uma maneira que até meu pênis aplaudiu.

As mina corriam, pulavam, dançavam, tudo isso usando um salto do tamanho da minha canela. A produção do show era um bagulho que quase chegou perto de um show do Roupa Nova. Quase.

Na minha cabeça naquele momento, um show de fogos acontecia. Tive quase certeza que ele, o ser superior, sim, ele mesmo, FAUSTÃO apareceu por alguns segundos na minha frente, e me disse em uma voz suave: “TÁ PEGANDO FOGO, BICHO!”.

Fiquei quase até o fim do show (pra não ficar preso no trânsito da saída), porém fui embora surpreendentemente satisfeito.

Dias depois, o resultado foi esse:

Passei a manhã de hoje ouvindo essas músicas. O QUE ESTÁ ACONTECENDO COMIGO? Não sei, mas descobri que o gosto musical de uma pessoa é uma coisa que não dá pra controlar, simplesmente acontece.

Então, para concluir, a intenção desse texto imbecil é dizer que a gente até faz cara feia quando ouve falar desse tipo de música diferente, que a gente nem conhece e naturalmente já não gosta, mas em uma noite e com apenas duas latinha de BÃDE na cabeça tudo pode mudar. Estou impressionado comigo mesmo e pronto pra conhecer estilos musicais que eu sempre tive preconceito.

Exceto funk.

Funk é uma bosta.

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